"Só existe uma liberdade perfeita - aquela que nos livra de imperfeições criadas pela ignorância. (Hermógenes)
Terça-feira, Novembro 28, 2006
Posted 5:13 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
Posted 5:11 PM
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Posted 5:09 PM
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Posted 5:07 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
Quarta-feira, Novembro 22, 2006
Tráfego Aéreo
controladores de vôo em tempo de futebol
Sei que não tem nada a ver com a crise do tráfego aéreo, mas que é curioso é. Enquanto está havendo essa atrapalhada toda do atraso de aeronaves brasileiras, dezenas de controladores de vôo estão aqui em Fortaleza vivendo as delícias do sol de (quase dezembro) e realizando uma disputa futebolística.
É a Brazil Soccer Cup 2006, reunindo controladores de tráfego aéreo e profissionais de companhia aéreas da Europa, Estados Unidos, Canadá e Brasil.
Perguntinha que não quer calar: será que os vencedores podem dar uma mãozinha aos seus colegas que estão sobrecarregados?
Posted 5:31 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
Tráfego Aéreo
controladores de vôo em tempo de futebol
Sei que não tem nada a ver com a crise do tráfego aéreo, mas que é curioso é. Enquanto está havendo essa atrapalhada toda do atraso de aeronaves brasileiras, dezenas de controladores de vôo estão aqui em Fortaleza vivendo as delícias do sol de (quase dezembro) e realizando uma disputa futebolística.
É a Brazil Soccer Cup 2006, reunindo controladores de tráfego aéreo e profissionais de companhia aéreas da Europa, Estados Unidos, Canadá e Brasil.
Perguntinha que não quer calar: será que os vencedores podem dar uma mãozinha aos seus colegas que estão sobrecarregados?
Posted 5:30 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
Eureka!
controladores de vôo fazem campeonato
E Fortaleza sedia uma competição curiosa: a Brazil Soccer Cup 2006. Trata-se nada mais nada menos que um campeonato de futebl ds controladores de tráfego aéreo e profissionais de companhia aéreas da Europa, Estados Unidos, Canadá e Brasil.
A perguntinha que não quer calar: eles não seriam mais úteis controlando o tráfego aéreo brasileiro neste momento?
Posted 5:24 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
Tecnologia
o primeiro logo da apple
Você sabia qual foi a primeira logomarca da Apple?
Acupuntura sem agulhas
alternativa usa aparelho eletromagnético Deu em O DIA/20.11.06
O medo de ser espetado não é mais motivo para deixar de fazer a acupuntura. Aos poucos, uma alternativa às agulhas vem ganhando cada vez mais adeptos. Uma das principais novidades é a utilização de um aparelhinho chinês chamado Hai Hua, espécie de ímã que atua nos mais de 2 mil pontos do corpo tratando diversos males com bom resultado.
O aparelho eletromagnético controlado pelo próprio paciente libera estímulos com duração de cerca de um minuto. A pedagoga Mônica Marques, 44 anos, que freqüenta as sessões há três, já utilizou a acupuntura alternando sessões com agulhas e ímãs para tratar de problemas como tabagismo, ansiedade, fertilidade e pós-cirúrgico, e aprova o novo método. ¿A acupuntura me ajudou a resolver muitos problemas e, sem dor, isso é melhor ainda¿, disse a paciente. ¿O ímã é indolor e relaxa mais ainda¿, completou Mônica, aumentando a freqüência enquanto o médico estimulava pontos no rosto para amenizar um trauma após uma plástica no nariz.
Segundo o fisioterapeuta especialista em acupuntura Fernando Fernandes, o Hai Hua, que serve para tratar os mais diversos males, desde TPM (tensão pré-mentrual) até dores crônicas, é muito indicado para a recuperação do pós-operatório, estimulando os pontos da face e aumentando a viscosidade da pele. ¿Com o estímulo dos pontos, há a produção de colágeno, que tonifica a flacidez muscular, trazendo de volta uma pele mais saudável¿, explica. Observando seus pacientes, ele concluiu que a acupuntura tem efeito, no mínimo, 70% mais rápido e eficiente do que através dos tratamentos usuais, como a drenagem linfática. ¿A acupuntura tem somado benefícios superiores à terapêutica tradicional, que usa antiinflamatórios e analgésicos¿, afirma.
Problemas de fertilidade, distúrbio menstrual e impotência sexual também podem ser tratados nas sessões utilizando os ímãs. Os estímulos abaixo do umbigo prometem resultados muito positivos. ¿Eu não conseguia engravidar e após algumas sessões descobri que estava esperando um filho¿, disse Mônica, após 14 anos de tentativas. Mesmo perdendo o bebê devido a complicações, a pedagoga, que já havia passado por vários tratamentos, inclusive inseminação artificial, atribui à técnica o fato de ter engravidado.
- Doutor, o que é que tenho?
- Você não tem nada.
- E eu posso morrer disso?
- Se se agravar sim. Mas, de momento, está controlado.
- Não é uma boa noticia.
- Não é uma boa notícia, é um diagnóstico.
- E não poderia me diagnosticar boas melhoras?
- Talvez, na próxima consulta.
- Mas talvez eu já esteja morto!...
- Morto ou não, lhe passarei a fatura, igualmente.
Imprensa
diploma é obrigatório para registro de jornalista
Acabo de ler no sítio do STJ: "Só pode se registrar como jornalista o profissional que tiver diploma de curso superior em jornalismo. A decisão é da Primeira Seção do STJ, que negou mandado de segurança a médico que atuava como colaborador em programa e mantinha registro precário da profissão."
Enquanto por aqui estamos a discutir a ortotomásia, regulamentada semana passada pelo Conselho Federal de Medicina, descobri no blog do Tiago Dória, a expressão "Metalosis Maligna", nome de um documentário de Floris Kaayk, sobre a evolução de uma fictícia doença que, no futuro, afetará as pessoas que sofrem implantes artificiais.
Quando a doença se agrava, as peças metálicas do implante tomariam conta do corpo da pessoa afetada.
Posted 10:51 AM
by NONATO ALBUQUERQUE
Sexta-feira, Novembro 10, 2006
Ortotanásia
doente deve ser poupado de sofrimento
Médicos poderão interromper procedimentos e tratamentos que visem prolongar a vida de pacientes em fase terminal de doenças graves e incuráveis, de acordo com resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovada ontem. A decisão, unânime, permite que os profissionais, autorizados pela família ou pelo próprio paciente, optem pela ortotanásia, forma de eutanásia em que são suspensos os métodos artificiais que permitem o prolongamento da vida.
A resolução que promete causar polêmica, porém, não tem força de lei. Médicos podem ser responsabilizados, já que o ato, apesar de passar a ter o aval da categoria, é ilegal no País. ¿O objetivo é acabar com a morte prolongada, dolorosa, em que a vida é prolongada através de métodos e procedimentos artificiais fúteis sem benefício real ao paciente vítima de doença incurável, grave e terminal¿, diz o diretor do CFM Roberto Luiz d¿Ávila.
A decisão, que será publicada no Diário Oficial da União, foi aprovada por 27 votos a 0 e baseada no trabalho de uma comissão que incluiu o padre Léo Pessini, autor de livros sobre eutanásia, bioética e temas afins.
¿Pessoas com câncer em estágio terminal, em que muitas vezes nem morfina ameniza a dor, ou com doenças crônicas degenerativas em que órgãos vitais, como rins ou coração, já começam a apresentar problemas, teriam direito a uma morte tranqüila. Em vez de se prolongar a vida dela por um mês, colocando num CTI, cheio de tubos e aparelhos e sozinho, o paciente ficaria com a família, recebendo remédios contra a dor e sedação¿, explica d¿Ávila, acrescentando que não seriam ministrados antibióticos e outros medicamentos para manter coração e demais órgãos funcionando.
A resolução, que ainda não teve o texto final divulgado, prevê que a família do paciente tenha direito a mais de uma opinião médica antes de se decidir ¿ além de ter plena autonomia para não aceitar a resolução e tentar os métodos possíveis para manter seu parente vivo.
Tão polêmica quanto a decisão dos médicos é a questão judicial. Para d¿Ávila, o médico não pode ser acusado de um crime: ¿Ele não tirou um aparelho vital. Não provocou a morte, só não prolongou sofrimento¿.
Já Volney Garrafa, professor de Bioética da Universidade de Brasília, afirma que há risco de responsabilização criminal. ¿O Código Penal Brasileiro é muito antigo e, se o médico parar de investir no paciente, pode ser acusado criminalmente¿.
Por isso mesmo, o jurista Dalmo Dallari recomenda que seja formada uma junta médica para analisar os casos mais graves. ¿Na Constituição, a eutanásia está implícita no artigo que fala do direito à vida. Ou seja, não é permitida. Na Justiça, porém, serão analisadas as circunstâncias caso a caso. O ideal é que nenhum médico tome a decisão sozinho. É aconselhável consultar outros profissionais porque, às vezes, ele pode se ver numa situação de dúvida¿ afirma.
Religiosos exaltam o direito de viver
A resolução aprovada ontem pelo CFM divide a opinião de lideranças religiosas. O presidente da Comissão de Vida e Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Rafael Cifuentes, afirma que, em meios excepcionais, pode vir a ser necessário desligar aparelhos que mantenham o paciente vivendo ¿uma vida absolutamente artificial¿ com a autorização do paciente ou de seu representante legal. ¿O que não se pode é interromper uma determinada medicação ou, então, aplicar injeções letais¿, ressalva.
Para o presidente da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro, Guilhermino Cunha, pelo juramento de Hipócrates os médicos têm o dever de lutar pela vida e não de decidir por terminá-la, mesmo que autorizado: ¿A eutanásia é um atentado à vida e, conseqüentemente, uma agressão contra o próprio autor da vida¿.
O pastor Vanderlei Torres Bibá, da Assembléia de Deus, diz que já viu casos de pacientes desenganados que se recuperaram. ¿A vida é dom de Deus e, como tal, somente Deus poderá interrompê-la¿, afirma.
FRASES
¿Até hoje, a moralidade médica dizia que tinha que se fazer tudo pelo benefício do paciente, mesmo que causasse sofrimento e tortura ao doente. Agora, para esse tipo de paciente terminal e incurável, propomos que ¿esse tudo¿ seja dar conforto, alívio da dor, sedação e a companhia da família na fase final da vida¿
Roberto d¿Ávila, diretor do Conselho Federal de Medicina
¿A decisão dos médicos passa a ser bastante delicada. Pelo Conselho Federal de Medicina, o profissional que não cumprir a determinação fica sujeito a penalidades. Pela Justiça, serão analisadas as circunstâncias de cada caso¿
Dalmo Dallari, jurista
¿A interrupção de procedimentos médicos extraordinários ou desproporcionais ao resultado pode ser legítima. Não se quer provocar a morte do paciente, mas aceita-se que também não se pode impedi-la¿
Dom Rafael Cifuentes, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
¿A gente tem hora certa para nascer e para morrer. A eutanásia significa a boa morte. A bioética defende a autonomia do paciente, que tem o direito de morrer de uma forma digna. Essa resolução chama a atenção da Justiça brasileira e do Legislativo sobre a necessidade de atualização da legislação brasileira. No Congresso Nacional, ninguém fala em eutanásia porque tem medo de perder voto¿
Volney Garrafa, professor de Bioética da Universidade de Brasília
MEMÓRIA: DEBATE NOS EUA E NO BRASIL
Os casos recentes mais rumorosos envolvendo a eutanásia foram o da americana Terri Schiavo, que morreu aos 41 anos, e o pequeno brasileiro Jhéck Breener de Oliveira, hoje com 5.
Terri foi protagonista do caso mais famoso mundialmente de eutanásia. Ela morreu ao ter tubos de alimentação desligados em março do ano passado, depois de passar 15 anos em estado vegetativo, com danos irreversíveis no cérebro.
O decisão de parar de alimentar a doente foi do tribunal da Flórida (EUA), precedida de uma grande batalha judicial entre o marido, que defendia a eutanásia, e os pais da paciente. Na época, a campanha contra a morte de Terri envolveu o Vaticano e o presidente americano George W. Bush.
Em Franca (SP), a história de Jhéck comoveu o País em setembro do ano passado. O caso da criança, vítima de doença degenerativa no cérebro que também o deixa em estado vegetativo, ganhou notoriedade quando seu pai, Jeson de Oliveira, 35, ameaçou entrar na Justiça pedindo o direito de desligar os aparelhos que mantinham o filho vivo, contra a vontade da mãe. Mais tarde, Jeson mudou de idéia e passou a crer na recuperação do filho.
Fonte: O DIA, 10.11.06
Posted 7:45 AM
by NONATO ALBUQUERQUE
Quarta-feira, Novembro 08, 2006
Posted 3:30 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
Domingo, Novembro 05, 2006
Medicamentos
20 mitos sobre a enxaqueca Original da Folha de S.Paulo
1- Analgésicos resolvem o problema
Esse é um dos erros mais comuns --e perigosos-- em relação à enxaqueca. Freqüentemente, os pacientes se automedicam com esses remédios, tomando doses progressivamente mais altas.
O problema é que o abuso de analgésicos contribui para cronificar as dores. Além disso, nem sempre eles dão conta de acabar com uma crise de enxaqueca. Existem medicamentos específicos para o problema que, apesar de também agravarem as crises quando em excesso, são mais eficazes.
A Sociedade Brasileira de Cefaléia recomenda o uso de, no máximo, dois comprimidos por semana (dez por mês) de qualquer remédio para cortar a dor de cabeça. Menos de três meses seguidos de abuso já são suficientes para cronificar as dores.
2- Enxaqueca é sinônimo de dor de cabeça
A Sociedade Internacional de Cefaléia reconhece mais de 150 modalidades de dor de cabeça (também conhecida como cefaléia). A enxaqueca, ou migrânea, é uma delas. Nesse caso, a dor costuma ser latejante e, em 60% das pessoas, localizar-se em só um dos lados do crânio. Muitas vezes, vem acompanhada por náuseas, vômitos e sensibilidade a luz, ruídos e cheiros fortes.
Em geral, a crise dura de quatro a 72 horas, quando não tratada. Há ainda crises de enxaqueca sem dor de cabeça, quando o paciente tem apenas a aura (veja no próximo item).
3- Quem tem enxaqueca enxerga pontos brilhantes e luzes
Apenas um em cada cinco pacientes com enxaqueca apresenta a aura, fenômeno neurológico que faz com que a pessoa enxergue manchas e luzes, fique com os dedos ou os lábios dormentes ou com alterações na fala e nos movimentos, entre outros sintomas. Ela aparece minutos ou poucas horas antes das crises e costuma durar menos de uma hora.
Mesmo sem apresentar aura, algumas pessoas conseguem perceber que terão crise com uma antecedência de até 24 horas. Bocejos constantes, dificuldade ou brilhantismo de raciocínio e grande necessidade de comer doces são alguns sinais.
4- É preciso fazer exames para diagnosticar
Solicitados freqüentemente a pacientes com suspeita de enxaqueca, exames como tomografia, raio-X e ressonância magnética não detectam o problema.
Eles apenas servem para afastar a possibilidade de outras doenças, como tumores. Na maior parte das vezes, não são necessários. O diagnóstico da enxaqueca é clínico, feito no consultório a partir do histórico do paciente e de testes neurológicos.
Apenas exames mais sofisticados, como o pet scan, permitem observar os lugares no cérebro que são ativados na hora da crise de dor, mas são usados somente em pesquisas científicas.
5- É uma doença inofensiva
Apesar de ser considerada uma doença benigna, que raramente gera complicações sérias, a enxaqueca compromete muito a vida do paciente.
Além de ficarem menos produtivos e de faltarem ao trabalho e a eventos sociais na hora das crises, muitos sofredores de enxaqueca acabam perdendo oportunidades sociais e profissionais por receio de que a dor apareça.
As complicações graves da enxaqueca são raras, mas podem ocorrer. Mulheres que têm aura muito prolongada correm mais risco de ter o chamado infarto migranoso, principalmente se forem fumantes e usarem pílula anticoncepcional.
6- Quem tem enxaqueca não pode comer chocolate, queijo e vinho
Só um quarto dos portadores de enxaqueca tem crises relacionadas a alimentos. Estresse e ansiedade são gatilhos bem mais comuns. No caso de haver relação com a dieta, os culpados variam entre os pacientes e podem causar crises apenas em alguns momentos. Frituras, chocolate, queijos amarelos, embutidos, vinho tinto e cerveja são algumas das comidas e bebidas que mais influenciam.
Assim como o abuso de analgésicos, a cafeína presente em alimentos como café e refrigerantes de cola pode cronificar a enxaqueca. Estudos recomendam o limite de 250 mg de cafeína por dia (o equivalente a três xícaras de café).
Jejum prolongado, sol forte, odores pronunciados e mudanças de temperatura e de umidade do ar também são gatilhos comuns. Vilão para muitas outras doenças, o cigarro, nesse caso, não influi. Nas mulheres, é muito freqüente que as dores venham associadas ao período menstrual (antes, durante ou logo depois). Também há crises que não são desencadeadas por nenhum gatilho.
7- Comer muita fruta faz bem
Nem sempre. Certas frutas, como as cítricas (laranja, limão, abacaxi) e a banana (principalmente a banana d'água), têm substâncias que desencadeiam crises de enxaqueca em algumas pessoas.
8- Problemas de vista causam enxaqueca
Quase todo mundo que começa a ter dores de cabeça desconfia de que precisa usar óculos ou trocar a lente porque o grau aumentou. Outro grande mito, segundo os especialistas. Miopia, hipermetropia e presbiopia não são causas de dor de cabeça. Só astigmatismos muito graves em crianças causam cefaléia, e mesmo assim não é enxaqueca.
9- Sinusite causa enxaqueca
Essa confusão é muito freqüente. Na verdade, as sinusites crônicas não causam dor de cabeça. As agudas sim, mas não têm característica de enxaqueca. Como a própria enxaqueca pode causar congestão nasal, a confusão aumenta. Um estudo americano mostrou que 90% das pessoas que se autodiagnosticavam como tendo dores de cabeça decorrentes de sinusite na verdade tinham enxaqueca.
10- Problemas na ATM causa enxaqueca
As disfunções na ATM (articulação temporomandibular) podem ser causa de dor, geralmente localizada na região da própria articulação e relacionada ao uso (comer algo duro, falar muito, bocejar). Eventualmente, causa dor de cabeça, mas sem característica de enxaqueca.
11- É uma doença de adulto
Entre 4% e 8% das crianças têm enxaqueca. A doença é uma grande causa de faltas à escola, e as queixas são confundidas por muitos pais com golpes para não ir à aula. As dores podem começar por volta dos cinco anos de idade e, em aproximadamente 40% dos casos, acabam espontaneamente na puberdade.
As crises de dor nessa etapa da vida duram menos (de 30 minutos a duas horas) e podem ser aliviadas com tratamento específico. Apesar de, na fase adulta, a enxaqueca afetar três vezes mais as mulheres, na infância ela é ligeiramente mais freqüente nos meninos.
12- Tem a ver com o fígado e com o estômago
Como muita gente tem náusea e vômitos nas crises de enxaqueca, é comum que associem o problema ao estômago e ao fígado. Na verdade, esses incômodos ocorrem como parte do próprio processo químico da dor, que faz com que o estômago se dilate e fique paralisado, causando sensação de indigestão e enjôo.
Mesmo o fato de certos alimentos desencadearem episódios de enxaqueca em
algumas pessoas não tem a ver com a digestão. Na verdade, eles possuem certas substâncias (como tiramina e nitritos) que agem diretamente no cérebro de que sofre de enxaqueca.
13- Atividades físicas ajudam
Nem sempre. A prática de atividades físicas, principalmente aeróbicas, costuma diminuir a freqüência das crises. Mas há pacientes que apresentam um tipo de enxaqueca cujas dores são desencadeadas com a prática de atividades físicas. Alem disso, na hora da crise, os exercícios físicos costumam piorar brutalmente a dor.
14- Passa com a menopausa
Para muitas pacientes, a chegada da menopausa traz alívio. Mas, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaléia, apenas 30% das mulheres apresentam melhora significativa nessa fase. Isso ocorre principalmente com aquelas que têm enxaqueca perto do período menstrual.
15- Há alimentos que ajudam a melhorar a enxaqueca
Muito se fala em dietas que ajudam a melhorar a enxaqueca, mas, segundo os especialistas consultados, elas não têm fundamento científico. O magnésio (encontrado em alimentos verdes frescos e frutos do mar) e um aminoácido chamado triptofano (presente em verduras frescas e no feijão) até podem ajudar, mas, nas quantidades presentes na comida, têm importância limitada. Quando as dores são desencadeadas por certos alimentos, evitá-los ajuda a diminuir as crises.
16- Não tem tratamento
Ainda não há cura, mas hoje existem tratamentos que diminuem muito ou até acabam com as crises. Além dos medicamentos que são tomados na hora da dor, quem tem mais de três crises por mês ou sente dor muito forte, ainda que de vez em quando, pode ter de passar por tratamento preventivo com remédios.
Apesar de não serem suficientes para barrar as crises em todas as pessoas, fitoterápicos à base de "feverfew" (ou Tanacetum parthenium) --uma planta parecida com a camomila-- tiveram sua eficácia preventiva provada em pesquisas.
Pouco conhecido no Brasil, o biofeedback, método que usa um aparelho com eletrodos que são ligados a diferentes partes do corpo, também é eficiente contra a enxaqueca. Por meio de exercícios, o paciente aprende a controlar reações fisiológicas que mudam com a dor, aliviando-a.
Na crise de enxaqueca, por exemplo, a irrigação sangüínea periférica diminui, deixando os dedos das mãos e dos pés mais frios. Os pacientes aprendem a identificar esse sinal e a controlá-lo, fazendo com que o sangue, indiretamente, flua melhor no cérebro, o que traz alívio.
Uma pesquisa feita recentemente na USP (Universidade de São Paulo) comparou a eficácia do método em dois grupos de 30 pacientes de enxaqueca cada um. Enquanto um tomou remédios preventivos, o outro fez dez sessões de biofeedback. A melhora relatada pelos dois grupos foi semelhante. Em relação à intensidade da dor, quem usou o método disse que diminuiu, em média, 30%, enquanto no primeiro grupo a redução foi de 11%.
A toxina botulínica também está sendo testada como uma opção para quem não reage a outros tratamentos, mas o custo-benefício ainda é discutido.
17- Tem que tomar remédio por toda a vida
Apesar de a enxaqueca ser uma doença crônica, como a hipertensão arterial e o diabetes, a medicação preventiva costuma ser retirada após oito a 12 meses de uso se o paciente estiver bem. Se as crises voltarem, pode ser necessário tomar os remédios por mais um período.
18- Acunpuntura resolve o problema
Os estudos são controversos. Enquanto alguns mostram bons resultados, outros não provam a eficácia para essa doença. Oficialmente, o poder terapêutico da acupuntura para enxaqueca não está confirmado no meio científico, mas o que médicos e pacientes relatam é que, na prática, muitas pessoas se beneficiam do método.
Além de acabar com a dor --muitas vezes de forma imediata-- na hora das crises, a técnica é muito usada para preveni-las, seja isoladamente ou em conjunto com medicamentos. Antes de se submeter às agulhas, é importante ter um diagnóstico preciso do problema, afastando outras causas mais graves.
19- Dormir muito ajuda a melhorar
Em muitas pessoas, a privação de sono desencadeia dores de cabeça. Mas dormir mais do que se está acostumado também é um gatilho para as crises. Um caso relativamente comum é a chamada "enxaqueca de fim de semana", na qual o paciente só sente dores no sábado e no domingo --quase sempre porque dorme muito mais tempo do que o habitual. O segredo, portanto, é ter um ritmo de sono regulado.
20- Tomar remédio logo antes de comer um alimento que provoca crise resolve
Pode até aliviar a dor no momento. Mas é um procedimento de risco que não deve ser feito rotineiramente, já que induz ao abuso de medicamentos, contribuindo para a cronificação da dor. Os médicos só recomendam em ocasiões muito específicas, como antes de uma prova de vestibular ou de um casamento.
Posted 8:49 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
Quinta-feira, Novembro 02, 2006
Posted 11:17 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
Alzheimer
a evolução da doença
Uma das doenças mais terríveis, o mal de Alzheimer está configurado atualmente numa exposição de arte preparada pelo New York Times.
São desenhos do pintor William Utermohlen que, ao descobrir que era portador da doença em 1995, resolveu mostrar a evolução dela através da arte, fazendo auto-retratos a cada certo período de tempo. As diferenças do desenho ano após ano são incríveis.
Posted 10:40 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
Estatística da morte
A chance de todo ser humano morrer é de 1 em 1. Ou 100 %, certo? Uma realidade dura, porém inevitável. Mas qual a chance de se morrer eletrocutado? Numa queda? Ou atropelado? Para responder a essas questões, o National Safety Council dos Estados Unidos produziu a "Estatística da Morte". Baseada em levantamentos norte-americanos, aqui no Brasil deve ser vista apenas como curiosidade. Vamos a ela: