"Só existe uma liberdade perfeita - aquela que nos livra de imperfeições criadas pela ignorância. (Hermógenes)
Terça-feira, Outubro 19, 2004
Nova invenção: injeção sem agulha
O medo de tomar injeção pode acabar. Um cientista israelense e um americano desenvolveram após oito anos de pesquisa o Sono-Prep, aparelho que pode tornar as agulhas de injeção obsoletas. O dispositivo usa ultra-som para injetar sem dor as medicações através de poros
microscópicos da pele. As ondas são aplicadas durante 15 segundos, e a pele volta ao seu estado normal em 24 horas. O invento, que já foi aprovado pela Food and Drugs Administration (FDA) e colocado à venda no mercado norte-americano, permitirá também a realização de diagnósticos, como o do nível de açúcar no sangue.
Israel National News http://www.israelnationalnews.com
Informação repassada por Saulo Tavares, de Fortaleza-CE.
Posted 11:48 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
COLCHÃO E QUALIDADE DE SONO
Celina Côrte Pinheiro
O momento do sono é importante para relaxarmos nosso corpo e refazermos nossas energias. Por isso é fundamental que ele seja de boa qualidade. Além de um quarto na penumbra, bem ventilado, necessitamos repousar em um colchão adequado, para que no dia seguinte sintamo-nos recuperados e em forma.
Habitualmente, recomendamos que se dê preferência a dormir em decúbito lateral (de lado) ou dorsal (com a barriga para cima). Esta última posição, em geral, não é suportada por muitos pelo fato de proporcionar incômodos roncos.Deve-se evitar o decúbito ventral (barriga para baixo).
Há alguns mitos em relação a colchões e um destes é que devam ser rígidos para beneficiar, sobretudo, a coluna. Passemos à análise dos diferentes tipos:
· Colchões rígidos, chamados ¿ortopédicos¿, podem se constituir em verdadeira agressão ao corpo já que temos estruturas rígidas como os ombros e os quadris que não são compressíveis.
· Colchões extremamente moles (espuma de borracha macia) ou já desgastados, com áreas deformadas são desconfortáveis por não oferecerem suporte às partes mais pesadas do corpo.
· Colchões semi-rígidos que podem ser feitos exclusivamente com espuma de borracha, sem outros requintes, são os ideais, lembrando-se que sua espessura mínima deva ser, no mínimo, de 15 cm para adultos.
Antes de adquirir um colchão, procure testá-lo, sentando-se, deitando-se, de modo a sentir sua textura. Não adquira um colchão baseado apenas em propaganda e especificações técnicas rebuscadas. Trata-se de um objeto para ser utilizado pelo tempo mínimo de cinco anos, com vistas ao nosso conforto. Mais uma vez vale o alerta de que nem sempre o mais caro é o melhor! E para aqueles que são habituados a dormirem em rede e se sentem bem, continuem assim.
Dra. Celina C. Pinheiro é ortopedista em Fortaleza
Posted 11:43 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
Sábado, Outubro 16, 2004
a chegada do superhomem no céu
Posted 9:09 PM
by NONATO ALBUQUERQUE
alimentação
"Nós somos o que comemos"
artigo do rabino Nilton Bonder
Certamente você já ouviu isso alguma vez na vida. A relação entre o que somos e o que comemos passa pelas dimensões física, psíquica, simbólica e espiritual.
Se estamos gordos ou temos espinhas, vamos a um médico e ouvimos dele que devemos evitar comidas gordurosas. Se temos úlcera ou gastrite, devemos evitar ingerir substâncias que, como o café e o chocolate, levam o estômago a exagerar na produção de secreção ácida. Isso é físico.
É interessante perceber o quanto os sintomas físicos refletem estados de espírito: a gastrite, por exemplo, é um problema típico de pessoas que trabalham sob grande tensão e em ambiente competitivo. Estas pessoas, além de evitar consumir determinados alimentos, devem se proteger contra a "acidez" do seu dia-a-dia. Já a obesidade, a não ser quando causada por fatores genéticos, comumente está associada à compulsão que o indivíduo tem de ingerir alimentos como se eles fossem suprir as suas demais carências. O mesmo acontece com o alcoolismo ou a dependência de drogas.
Parecia um conto de fadas. Uma poderosa indústria de fármacos resolveu retirar voluntariamente um medicamento campeão de vendas. Era o que dizia a nota oficial da empresa publicada nos principais jornais do país. Tratava-se do VIOXX, líder mundial do mercado de antiinflamatórios e que representava 15 % do faturamento da Merck no Brasil. Em 2003 o produto tinha faturado 2.5 bilhões de dólares no mundo, onde era décimo oitavo mais vendido.
Uma história exemplar e uma antecipação às medidas que poderiam ser tomadas pelas agências reguladoras em todo o mundo.
A decisão da indústria foi baseada após um estudo que mostrava que após 18 meses aumentava a incidência de doenças cérebro-vasculares ( infartos e derrames cerebrais) nos seus usuários.
Nos últimos 2 dias surge a verdadeira versão. A empresa já sabia destes efeitos e levou pelo menos 4 anos para aplicar esta medida.
Enquanto isto os seus lucros foram astronômicos e certamente causou prejuízo à saúde de várias pessoas. A verdadeira estória é esta:
Em fevereiro de 2001, Dr. Steven Nissen ( um dos autores das chamadas ¿placas moles¿ vide noticia publicada neste site em 24/04), num painel do FDA (agência americana controladora de drogas) já advertia para este efeito. O Dr. Nissen comparava o Vioxx com outras substâncias e notou que os seus usuários tinham 4 a 5 vêzes mais complicações cardiovasculares. Em setembro de 2001 o trabalho foi publicado no jornal científico JAMA. O governo americano advertiu a empresa que se defendeu dizendo que ¿os estudos compararam Vioxx com naproxem que tem um efeito protetor sobre coração.
O naproxem é que é muito bom e não que o Vioxx seja deletério para o coração¿.
O Dr. Nissen declarou então que não estava satisfeito com estas explicações e o Dr. Eric Topol diretor da divisão cardiovascular da Associação Americana de Medicina começou a escrever uma série de editoriais advertindo aos colegas sobre o uso do Vioxx.
Nos últimos dias, após receber um telefonema do Diretor Médico da Merck que o comunicava da suspensão da droga, o Dr. Topol disse que se sentia finalmente recompensado, mas ¿que não tem dúvidas de que houve omissão das autoridades médicas americanas e que eles poderiam ter feito alguma coisa antes¿. O FDA, a agência reguladora, se defende dizendo que estava realizando os seus próprios estudos clínicos que incluía testes em 26 mil usuários de Vioxx de uma plano de saúde americano (Kaiser Foundation) e que também mostravam os efeitos prejudiciais dos medicamentos. A droga estava com os seus dias contados e isto teria levado à antecipação da retirada pelo seu fabricante.
O Dr. Topol, chama atenção ainda, que a Merck nos últimos anos patrocinou vários estudos publicados em várias revistas médicas, como Circulation, American Journal of Reumathology, American Heart Journal que diziam que a droga não tinha efeito deletério, mas retirou da sua lista de consultores um médico, que no ínicio deste ano, publicou um trabalho mostrando os efeitos colaterais adversos do medicamento.
Esta é uma história modelar para a moderna medicina, incluindo as agências reguladoras, as sociedades médicas e para todos que se dedicam aos estudos clínicos patrocinados pelos laboratórios.
Enviada por Isaac Feingold
Posted 11:59 AM
by NONATO ALBUQUERQUE
Terça-feira, Outubro 05, 2004
s.o.s.
o que fazer diante de um ataque cardíaco
Vamos dizer quee você tenha ouvido o seu cardiologista e feito até um curso de primeiros socorros, mas não é que o instrutor se esqueceu de explicar o que fazer quando a vítima é você mesmo ? Como conseguir sobreviver a um ataque cardíaco se estiver sozinho?
Essas vítimas podem ajudar a si mesmas tossindo com força repetidas vezes. Inspire antes de tossir, tussa profunda e prolongadamente, como quando está expelindo catarro de dentro do peito. Repita a seqüência inspirar/tossir a cada dois segundos, até que chegue algum auxílio ou até que o coração volte a funcionar normalmente. A inspiração profunda leva oxigênio aos pulmões e a tosse contrai o coração e faz com que o sangue circule. A pressão da contração no coração também o ajuda a retomar o ritmo normal. Desse modo, uma vítima de um ataque cardíaco pode fazer uma ligação telefônica e, entre as inspirações, pedir ajuda.